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segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Sonho sobre "O menino e o dragão"

Sonhei com um menino, de uns nove anos aproximadamente.

Magro de cabelos pretos e pele branca. Com ligação ao Rei, ao reinado.

Ele morava em um castelo de pedras claras e paredes levemente tortas, em um lugar bonito. Uma cidadezinha de poucas ruas, em um vale cercado de montanhas altas e aspecto medieval. Muito pasto verde ao redor.

O castelo ficava destacado, entre a cidade e uma floresta. Havia no castelo um exército para a proteção do reinado, com cavaleiros e tudo mais que compõem um exército medieval.

Havia também neste lugar um dragão, enorme, com uma pele grossa, difícil de matar. Esse dragão varria o exército com relativa facilidade e atacava o castelo e a cidade com frequência. Mas o alvo principal do dragão era o menino.

O dragão atacava o castelo aleatoriamente, sempre com uma segunda intenção de matar o menino. E o menino percebeu que ele era o alvo e se borrava de medo.

O medo do menino alimentava ainda mais a vontade do dragão de o matar. O dragão se excitava em ver o menino apavorado, correndo para dentro do castelo. E o menino ia até a parte mais escondida do castelo.

O dragão sempre conseguia descobrir onde o menino estava escondido, como se o próprio menino dissesse ao dragão onde ele estava escondido, não importa o quão complicado fosse o acesso. E o dragão chegava cada vez mais perto do menino.

Cada vez que o dragão se esgueirava pelas portas do castelo para entrar nos salões, ele destruía grande parte do castelo, e consequentemente matava muita gente.

Mas o dragão começou a se frustrar, pois nunca conseguia matar o menino. Hora alguém salvava o menino, hora o menino se escondia em lugares inacessíveis do castelo.

Até que o inevitável aconteceu, o dragão encurralou o menino dentro do calabouço e não hesitou em atacar o menino. Mas o menino não se queimava com as chamas, nem se feria com os dentes e as garras.

Mas o dragão não desistia e voltou a encurralar o menino mais vezes dentro do castelo. E sempre que ele tentava novamente, e enorme era a destruição que ele causava. Então um desanimo começou a rodear os soldados, pois não conseguiam evitar que o dragão chegasse novamente ao menino. E cada vez que o dragão não conseguia matar o menino, acabava tendo que fugir para não dar chances para o exército o matar. O dragão parecia indestrutível.

Demorou muito para o menino perceber que o dragão nada podia contra ele, o medo bloqueava seu raciocínio. O dragão em sua arrogância não se deu conta (ou não aceitava) que não podia matar um simples menino. Quando o menino percebeu que nada lhe tinha acontecido depois de um ataque em que novamente ficou encurralado, passou a não se esconder mais. Todos ficavam pasmados e estarrecidos com a atitude do menino, pois não colaborava mais para com sua própria segurança. A esta altura todo o povo já tinha fortes suspeitas que o menino era sempre um alvo, mas relutavam acreditar que o dragão estava atrás de um simples garoto.


Na mente do dragão, ele, com todos estes ataques ao povoado, estava apenas dando um passeio, sem motivo específico, mas ficava seduzido pelo castelo e pelas pessoas que estavam lá dentro, principalmente os mais frágeis que tinham muito medo dele.

Para o dragão, afrontar o exército era apenas uma autoafirmação de que ele era superior e que permanecia superior com o passar do tempo. As vezes voava para outras direções em outras terras, mas apenas ali sentia que seu poder era eficaz, pois sempre conseguia fazer um estrago enorme, e em outros locais não tanto. Ele não se sentia um monstro, na consciência dele estava apenas interagindo à sua maneira com as pessoas. 

Até que um dia o menino já um pouco maior e convencido que não podia ser ferido pelo dragão, resolveu afrontar o dragão durante um ataque ao castelo. Correu, gritou muito e atirou pedras, mas nem sequer chegou perto do dragão. Mas o dragão não gostou disso, ficou com raiva do menino que o insultou, afinal todos lhe atiravam lanças, mas nunca ninguém tinha gritado com ele ferozmente (as pessoas tinham medo de olhar para ele, quanto mais gritar com ele). O menino ganhou muito crédito com as pessoas com esse fato.

Depois desta cena inusitada, o dragão diminuiu bem seus ataques. Chegaram a pensar que haveria paz definitiva no reino. E o menino cresceu mais.

Mas novos ataques ocorriam de tempos em tempos, parecia que o dragão queria dizer “não se esqueçam de mim”. O menino perdia crédito.

Até que um certo dia, o dragão veio com toda a sua força a procura do menino. Mas o menino não existia mais, se tornou um homem. E o homem contra-atacou o dragão, o agrediu.

Desta vez, pela primeira vez, o dragão ficou acuado, teve que fugir para não morrer. O homem o espantou, e o dragão ficou furioso com o homem e com o reino.

Então nasceu no coração do homem um sentimento de humilhar o dragão. Ele não queria apenas matar o dragão, mas também o humilhar. E começou a se preparar e criar um exército mais forte para afrontar o dragão pela última vez.

Mas com o nascimento deste sentimento no coração do homem, algo estranho aconteceu: o dragão começou a ficar maior, mais forte e mais violento. E sempre superava as forças do homem.

Os sábios, observando esta cena, de o homem ficando mais forte para matar o dragão e o dragão ficando mais forte simultaneamente ao homem, alertaram a ele que havia alguma ligação entre ele e o dragão. Então o homem começou a pensar no que os sábios haviam dito enquanto treinava mais e mais. Ele pensou muitas coisas e pesquisou muito sobre sua vida e as histórias sobre o dragão. E ficava pensando sobre o motivo de o dragão nunca ter conseguido o matar, sendo que ele viu muitas pessoas morrendo por causa do dragão.

Até que um pensamento, uma ideia, tirou a paz do homem: e se ele realmente tivesse uma ligação com o dragão? Então pensou em uma experiência, matar o dragão de uma vez, fulminantemente, sem humilhá-lo. Acabar logo com aquilo.

E assim ele tentou, centenas de vezes. Foi até o ninho do dragão, atirou muitas vezes contra ele. Mas não conseguia atingir o dragão definitivamente, conseguia até feri-lo, mas não o matar. E esse impasse se tornou uma angústia muito grande. E todo o crédito que o homem tinha com o povo do reino caiu por terra, fico desmoralizado. Então outros homens começaram a se preparar para matar o dragão e roubar o prestígio que o homem tinha com o povo. Tentavam e morriam.

O homem, desolado, num certo dia, foi caminhando até o ninho do dragão, sem nenhuma arma ou proteção, para tentar entender o que estava acontecendo. O dragão o reconheceu e o agrediu, machucou muito o homem, mas o homem não morreu. Ficou apenas confuso, pois sua imunidade ao dragão tinha diminuído em partes. O exército o resgatou e o levou até o castelo, onde ele se isolou. Não mais fazia parte do exército, mas apenas observava os movimentos do exército para tentar acabar com o dragão...


...


Até onde eu consigo entender, e até hoje entendo que, o menino/homem e o dragão são a mesma pessoa (no caso eu). Mas apenas o menino pode dominar o dragão, o homem não. Pois o dragão e o menino são faces da mesma pessoa. Apenas a pureza e docilidade do menino pode diminuir, atenuar, enfraquecer a força do dragão. E eles só vão se separar na morte. Se matarem o dragão o menino/homem morre, se o menino/homem morrer o dragão também morre. O dragão odeia o menino, mas não pode lhe causar dano pois a pureza do menino é mais forte que a violência do dragão.
Outro entendimento pode ser: Não se pode ter duas caras. Como ambos são a mesma pessoa, essa apresenta sempre o menino, que obviamente por suas qualidades é sempre recebido nos "castelos" do mundo. Mas como um "Cavalo de Troia" o dragão vem junto no pacote. Todo atrito entre o menino e o dragão simboliza a pessoa tentando mostrar apenas o que as pessoas querem ver para ficar bem com elas. Talvez a saída mais adequada seja, não alimentar o dragão e alimentar o menino, mas sempre apresentar os dois, nunca apenas o menino ou apenas o dragão, pois como já dito, não se pode ter duas caras.  


Sonhei com isto centenas de vezes desde minha infância, hora eu era o menino, hora eu era o dragão. Graças a Deus eu não vi o fim desta história nos sonhos. Há muitos e muitos detalhes que eu não consigo lembrar ou não sei ordenar para acrescentar, encaixar neste texto. Não tenho tido mais sonhos assim, graças a Deus.

Palavra que coincide com essa realidade:

   "Disse-lhes Jesus: “Dei­xai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos Céus é para aqueles que se lhes assemelham”."

    São Mateus, 19, 14

(Esse texto vai receber uma nova revisão em breve)


Sonho sobre "O caminho"

Eu queria fazer uma viagem e conheci algumas pessoas que desejavam ir para os mesmos lugares que eu. Uns eram amigos próximos e outros nem tanto.

Para viajar precisávamos de transporte, então conseguimos um ônibus. Eu não queria dirigir, mas tive que dirigir o ônibus.

Na viagem o ônibus não estava cheio, mas tinha uma quantidade razoável de pessoas. Havia alguns lugares vazios.

Dentro do ônibus havia pessoas serenas e pessoas agitadas. Muitos estavam ansiosos para chegar logo a algum lugar, e reclamavam.

No caminho chegamos a uma cidade, grande, como São Paulo. Mas ela estava vazia e destruída.

Nos sentimos perseguidos na cidade, mas o perseguidor não se mostrava, nem nos alcançava. Então renunciei ao medo do perseguidor e seguimos.

Durante a viagem o Senhor me guiava, até que numa certa altura do caminho chegamos a um viaduto.

Era uma ponte onde todos que estavam seguindo pelo caminho tinham que passar.

Mas a ponte estava com trânsito muito lento por causa do grande volume de veículos que seguiam naquela direção.

Então, depois de um bom tempo aguardando no trânsito, já sobre a ponte, vi uma saída a direita.

Essa saída partia da direita sobre a ponte, passava por baixo da ponte e seguia para o lado esquerdo até desaparecer na mata.

Nesse momento lembrei da reclamação dos passageiros, do perseguidor e de toda a dificuldade que passamos até ali.

Então pensei: “vou por essa saída, mesmo que o caminho seja mais longo chegarei mais rápido. Afinal, sei me virar muito bem”.

Então entrei nessa saída, mas não se passaram 200m, surgiu um grande buraco no chão que engoliu o ônibus. Caímos e batemos no fundo do buraco.

Quando caímos, um grande desespero tomou conta de mim. Eu queria voltar ao caminho certo o mais rápido possível com todos.

A princípio uns permaneceram no ônibus e outros avançaram na escuridão para procurar uma saída. Mas logo todos já estavam zanzando na escuridão.

Eu dizia a eles: “temos que voltar para o caminho, muito tempo está passando”.

Eles concordavam de cabeça, mas logo esqueciam e voltavam a se entreter com as coisas que iam encontrando naquele lugar.

Fiquei tentado a ficar no buraco, mas as coisas que eu encontrava lá me saciavam apenas durante um instante, depois me sentia infeliz.

Então voltei a chamar a todos para voltar ao caminho.

Mas a esta altura eu nem sabia mais quem estava comigo no início da viagem, já havia se formado uma multidão no buraco, com lendas e tudo mais.

Comecei a perguntar quem estava comigo, nem eles sabiam mais ao certo, mas consegui com muito custo formar um grupo disposto a voltar.

Então reestabelecemos o ônibus e começamos a sair do buraco. Com muito custo saímos e entramos novamente no caminho. A estrada estava vazia, tudo estava desértico.

Mas o alívio não veio. Me bateu uma sensação de atraso muito grande. Foi difícil se manter no caminho e todos os lugares que visitávamos, já haviam sido visitados.

Aquele grupo se desfez e muito tempo se passou até que chegássemos aonde deveríamos estar.

Depois, a ponte foi interditada e era impossível atravessar por ela.

A cidade antes do viaduto ficou deserta e destruída.

Este sonho se repetiu centenas de vezes durantes anos. A cada repetição um ponto de vista diferente.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

35 coisas que você deve fazer pela sua carreira aos 35 anos

Somos todos a favor da flexibilidade. De fazer as coisas do seu jeito. De trilhar seu próprio caminho. Fazer o que funciona para você – e não fazer o que não funciona.

Também somos grandes fãs de estipular um prazo para as coisas. Já até dissemos que tem muitas coisas que você NÃO precisa fazer aos 30, 40, 50… Mas quando pensamos em carreira, existem coisas que recomendamos sim que elas sejam feitas, e quanto antes melhor. Não porque algum guru disse isso, mas porque essas coisas vão facilitar o seu futuro, e também a sua rotina de trabalho.


Então, você precisa fazer todas essas coisas quando chegar nos 35? Definitivamente não. Mas considere essa lista como sugestões que, caso sejam adotadas, podem ter um impacto absurdo na sua carreira:

1- Defina como vai se apresentar.
Apesar de isso mudar com o tempo, você não deve encontrar tanta dificuldade para explicar o que faz da vida. Entenda qual é a mensagem que você quer passar quando as pessoas perguntarem sobre a sua vida profissional.

2 – Saiba qual é o seu superpoder.
Em outras palavras, saiba no quê você é muito bom. A empreendedora Tina Roth Eisenberg diz que as pessoas mais bem sucedidas que ela já conheceu sabiam exatamente no quê eles eram bons: John Maeda, que dirigiu o Midia lab do MIT e a Escola de Design de Rhode Island respondeu “curiosidade”. Maria Popova, que cuida do blog Brain Pickings respondeu “persistência”. A própria Tina reconhece que seu superpoder é o entusiasmo.

3 – Saiba quais são os seus pontos fracos.
Por outro lado, é fundamental saber as coisas nas quais você não é tão bom. Não para que você se sinta mal, mas para te ajudar a saber com quem você deve trabalhar para complementar suas habilidades e saber quais atividades você deve delegar – e assim passar mais tempo fazendo as coisas que você realmente domina. Falando nisso…

4 – Aprenda a delegar.
Ninguém pode fazer tudo, e a medida que você avança na sua carreira, você precisa saber a diferença entre as coisas que você realmente precisa fazer e as que não precisa. E o mais importante, saber como delegar essas tarefas de uma maneira efetiva e confortável.

5 – Liste as coisas das quais você não abre mão.
Você terá muitas oportunidades na vida, e não quer gastar energia com coisas que não tem muito a ver com o que você quer fazer, certo?

Então, seja muito honesto sobre o que realmente quer e precisa para a sua carreira, e faça uma lista das coisas das quais você não abre mão. Essa lista pode ser um guia na próxima vez que tiver que tomar uma decisão profissional.

6 – Faça algo que te dê muito orgulho.
Não importa se você vai ser reconhecido por isso para sempre, vai ganhar dinheiro ou mesmo se é o que você realmente quer fazer da vida… Tenha algo que te deixe profundamente orgulhoso no seu currículo.

7 – Aprenda com as coisas nas quais você não é tão bom.
Iríamos colocar “fracasse em alguma coisa” na lista, mas isso é besteira. Porque, convenhamos, todos nós fracassamos em alguma coisa, mais cedo ou mais tarde. O que é o mais importante? Aprender com esse erro e levar esse aprendizado para seguir em frente.

8 – Teste seus limites.
Você sabe que consegue dar conta de uma reunião com 30 pessoas, mas e de uma conferência com 100 pessoas? Testar os limites da sua capacidade é exatamente o tipo de coisa que você deveria fazer de vez em quando. Afinal, você nunca vai saber quão bom é até ir um pouquinho além do que já sabe.

9 – Faça algo que te dê medo.
Isso vai um pouco além de testar os limites – estamos falando sobre sair da sua zona de conforto. Seja falar em uma conferência, pedir uma promoção ou até mesmo escrever aquele livro, por que não fazer algo que dê um pouco de medo pelo menos uma vez nas primeiras fases da sua carreira? Como dizem por aí, grandes riscos podem resultar em grandes recompensas.

10 – Acostume-se a receber feedback.
Hillary Clinton uma vez disse que seu maior conselho para jovens profissionais é aprender a levar as críticas à sério, mas não levá-las para o lado pessoal. Isso significa que saber onde você não está cumprindo com as expectativas é a única maneira de crescer como profissional, mas levar cada palavra para o lado pessoal é uma maneira de fazer sua confiança desmoronar.

11 – Acostume-se a dar feedback.
Dar feedback é uma parte importante para conseguir o que você precisa e ser um profissional satisfeito. Aprenda como fazer isso de uma maneira efetiva, de preferência o quanto antes.

12 – Aprenda a dizer “Não”.
É uma palavra tão pequena, mas uma das mais difíceis. Mas aprender a usá-la é muito importante para a carreira (e para a saúde mental).

13 – Tenha uma rede de contatos poderosa.
O maior recurso que você pode ter é uma rede de contatos nos quais você pode confiar. Construir relacionamentos leva tempo, então comece agora.

14 – Tenha alguns conselheiros de carreira.
Não estamos falando de ter um mentor, e sim de algumas pessoas que podem te aconselhar sobre tudo. E sim, talvez esse grupo de pessoas inclua a sua mãe :)

15 – Limpe suas redes sociais.
O que aparece no Google ou nos seus perfis é a primeira impressão que alguém vai ter de você. Então, cuide disso. Mude as configurações de privacidade de fotos antigas ou de gosto duvidoso.

16 – Deixe seu perfil no Linkedin perfeito.
Quando um cliente, futuro empregador, fornecedor ou contato profissional está te procurando, adivinha onde ele vai fazer isso? Sim, no Linkedin. Tenha certeza de que o seu perfil está de acordo com a imagem que você quer passar.

17 – Tenha um portfólio com os seus melhores trabalhos.
Seja uma coleção de artigos, campanhas de marketing, relatórios anuais ou até um site que mostre quais são as suas habilidades. Ter um portfólio pronto vai facilitar a sua vida na hora de mostrar o seu talento para o seu chefe (ou futuro chefe).

18 – Seja bom em vender.
Sim, mesmo que você nunca tenha cogitado uma carreira na área. A verdade é que não importa se você está apresentando uma ideia para o seu chefe ou escrevendo uma carta de apresentação sobre o que te faz o candidato perfeito… em algum momento você estará vendendo alguma coisa.

19 – Saiba negociar.
Em muitos casos, é só assim que você vai conseguir o que quer e merece. Se nunca teve que negociar antes, recomendamos que comece com coisas pequenas.

20 – Aprenda a gerenciar.
Não é verdade que você deve simplesmente aceitar sem reclamar o que o seu chefe te pede, sem se preocupar se essas coisas fazem sentido. Sua capacidade de gestão, ou de comunicação para defender o que você quer fazer é fundamental.

21- Saiba mandar um email incrível.
Você nunca deve enviar um email que não te deixe orgulhoso do que escreveu. Tenha muito cuidado com as mensagens. Parece muito esforço, mas vale a pena.

22 – Aprenda a dar um aperto de mão.
Parece uma besteira, mas o aperto de mão é a maneira mais rápida de deixar (ou destruir) uma primeira impressão. Curiosidade: O CEO de uma das 500 maiores empresas dos Estados Unidos segundo a Forbes já disse que uma vez teve que escolher entre dois candidatos muito parecidos, e o que tinha o melhor aperto de mão ficou com a vaga…

23 – Encontre um sistema de distribuição de tarefas que funciona para você.
Seja fazer listas eletrônicas ou até mesmo no papel, comprometa-se a encontrar uma maneira de organizar suas tarefas para que o seu fluxo de trabalho seja o melhor possível. Sim, isso pode mudar quando você trocar de emprego ou com o lançamento de novos aplicativos, mas saber o que funciona, o que não funciona, o que você gosta e o que você não gosta é uma maneira de garantir ter sempre o necessário para render mais.

24 – Conheça quais são os seus picos de energia.
Não tem nada pior ou menos produtivo do que tentar trabalhar quando você não está nas suas melhores condições. Você não deveria perder tempo nas suas horas mais produtivas, assim como não deveria forçar-se a trabalhar quando já não está produzindo. Entenda e aceite quais são os seus picos de energia.

25 – Saiba quantas horas de sono você precisa – e comprometa-se a cumpri-las.
Esperamos que você tenha aprendido isso na faculdade, mas caso não tenha… sim, dormir é importante. Independente de você precisar de 7 ou 9 horas, saiba seu número e respeite-o. Sua carreira e sua saúde dependem disso.

26 – Saiba lidar com stress.
Stress é algo que pode controlar e destruir sua vida, e você não quer que isso aconteça. Se isso é um problema, melhor cortar o mal pela raiz o mais cedo possível.

27 – Pare de pedir tantas desculpas.
Você pode até pensar que está sendo educado e mantendo sua reputação, mas pedir muitas desculpas, principalmente por coisas muito pequenas ou que estão fora do seu controle, pode colocar suas habilidades e até mesmo seu profissionalismo em xeque. Deixe suas desculpas para quando realmente fizer algo errado, e não quando seus colegas te pedem para voltar um slide da apresentação.

28 – Supere a síndrome do impostor.
As vítimas da síndrome nunca creditam seu sucesso à sua competência. Não importa se você está começando em uma nova área ou se está fazendo carreira na mesma empresa desde que se formou, a síndrome pode ser uma ameaça para qualquer profissional. A verdade é que ela não afeta só a sua carreira, mas também sua autoestima.

29 – Tenha um plano de emergência.
O que você faria se fosse mandado embora amanhã? Se você não sabe, ou se a resposta envolve entrar em pânico, é hora de pensar em um plano de emergência. Não gostamos de pensar nessas coisas, mas se acontecer é melhor ter um plano do que sair correndo feito um louco para arrumar qualquer emprego, não é?

30 – Tenha um projeto paralelo.
O máximo que pode acontecer é que você vai encontrar uma nova possibilidade de carreira ou fonte de renda. Senão, pelo menos vai variar um pouco sua rotina.

31 – Invista na sua aposentadoria.
Sabemos que no início da carreira é muito difícil guardar um pouquinho daquele precioso salário… Mas as economias rendem com o tempo, então começar cedo significa que você vai ter muito mais no futuro.

32 – Invista em você.
O mundo do trabalho está em constante mudança, e por isso é importante continuar desenvolvendo suas habilidades. E isso não significa necessariamente voltar para a faculdade, há diversas maneiras de promover seu aprendizado.

33 – Invista no mundo.
Seja usar seus conhecimentos para algum trabalho voluntário ou ser mentor de alguém mais jovem, é saudável retribuir algo para o mundo.

34 – Saiba o que você não quer.
Você não precisa saber o que quer ser quando crescer mas, pensando que você quer ter um trabalho e uma carreira que ame, é importante pelo menos continuar pensando. E muitas vezes o primeiro passo para saber o que você quer é eliminando tudo o que você não quer.

35 – Permita-se ir atrás do que você quer.
Ah, mas e se eu não sei o que eu quero?

Comece a fazer alguma coisa para descobrir. Sim, carreiras são longas, mas qual é o motivo de passar mais um dia fazendo algo que você não quer? Você tem nossa permissão para ir atrás do que quiser. Permita-se também :)

Texto traduzido e adaptado – mashable.com

Tags: #aprendizado #carreira

Fonte: http://inquietaria.99jobs.com/35-coisas-que-voce-deve-fazer-pela-sua-carreira-aos-35-anos/

sexta-feira, 28 de março de 2014

A Verdade sobre a Rede Globo, pela boca dela mesma.

Bem... achei este vídeo uma verdadeira "definição" de tudo isso.
Esse é mais um "bafafa" que expõem o que rola no "backstage." 

É lógico que como tudo, a globo tem um lado bom, mas as virtudes já não conseguem mais compensar os podres... e já faz tempo viu... 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O Senhor dos Anéis e o Cristianismo.

A série de Histórias "Senhor dos Anéis" não é do "coisaruim", isso mesmo kkk, e o autor J. R. R. Tolkien ainda usa de todos estes ícones mitológicos para inserir os valores Cristão no telespectador/leitor. Para quem sente a necessidade de evitar certas literaturas e gostava da trilogia lançada no cinema, essa "notícia" vem como um alívio.
E esse alívio se torna maior ainda quando estudamos um pouco a repercussão que essas histórias tomaram desde seu lançamento em 1954. Veja o que o Pe. Paulo Ricardo diz sobre esse assunto.



Referência: Wikipédia.

By Bruno San

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Não parei de beber, foi a bebida que parou comigo...


Parece loucura, mas não é. Sempre ví o velho discurso de santificar as coisas que fazemos.
Até concordava de cabeça, mas meu coração me denunciava.
Não é pecado beber com moderação, e não tem lugar nenhum da bíblia que condene isso.
Então por que parar? Ué, para dar lugar a outras coisas! Como assim?
Nunca me decidi parar de beber, mas eu nunca mais bebi desde que comecei a caminhar no grupo.
Não dei mais do meu tempo para a cervejinha, dai o inevitável aconteceu...ela me deixou e não volta mais...
Não aceitou eu provar de coisas que me satisfazem, isso foi demais para ela (a bebida).
Aconteceu a mesma coisa em relação a musica!
Bem...que bom para mim, e para as centenas de jovens que observam meu testemunho.
Espero que eu seja esperança para as famílias que sofrem com o alcoolismo.
Bruno San.

Prefiro tomar porres de alegria!!! 


domingo, 4 de novembro de 2012

Você lembra o que seu candidato prometeu?

Meu tio lembra!


Em sua simplicidade, o "Pretinho" (como é conhecido) guarda cada proposta.
Até de quem não se elegeu.



Sirlon ("Pretinho") em sua oficina no Nova Jacareí.

E quem o conhece sabe que ele não tem medo de cobrar.
Quem sigamos seu exemplo neste aspecto.